Meditação: combustível para a criatividade

O prazo apertado, as preocupações com a família, a cobrança por resultados, o trânsito, a falta d’água, aquela gripe, a falta de educação das pessoas, o café fraco, o ar condicionado quebrado e principalmente o wi-fi que não funciona são situações do dia a dia que tiram qualquer um do sério, e, além disso, são matadores da criatividade.

A maior parte das pessoas sob pressão utiliza fórmulas já prontas, pré-moldadas e, quase sempre, pouco imaginativas. Ninguém é de ferro e o mundo não vai mudar sozinho, então, de alguma forma, precisamos enfrentar estes pequenos grandes desafios cotidianos, para continuarmos a ser produtivos e mantermos uma qualidade de vida aceitável.

Uma alternativa é a meditação.

Existem diversos tipos, por isso separamos quatro opções que não estão obrigatoriamente atreladas à religião. Para mais informações acesse os links.

Meditação Transcendental: vinda da tradição Védica na Índia, a rotina desta meditação consiste em, duas vezes por dia, recitar um mantra pessoal por 20 minutos. A Meditação Transcendental pode ser realizada em qualquer lugar calmo e confortável. De olhos fechados, o praticante deve procurar depurar seus pensamentos.  (Saiba mais aqui).

Confira entrevista de David Lynch sobre o assunto ao Programa Roda Viva.

Kundalini Yoga: prática com mais de 7 mil anos de existência que envolve mantras, exercícios físicos e respiratórios. O objetivo é dominar a Energia Kundalini para ativar os centros de energia corporal denominados de chakras. (Leia mais aqui).

Veja a reportagem da Record sobre como a Kundalini Yoga combate o estresse.

Vipassana: a técnica de origem budista indiana busca o autoconhecimento do corpo e da mente para erradicar impurezas e atingir a suprema felicidade. Vipassana significa “ver as coisas como realmente são” e este é seu maior objetivo: compreender a realidade com clareza. (Mais informações aqui).

Acompanhe o palestrante Bhante Yogavacara Rahula passando ensinamentos.

Zazen: Os zen budistas procuram um estado profundo de meditação. Em horários e posições pré-definidas, mas sempre sentados e com a coluna ereta, os praticantes deixam os pensamentos fluírem sem tentar controla-los. Com a aceitação, os pensamentos se tornam passageiros. Quando surge o entendimento de que tudo é transitório e que precisa haver equilíbrio em todas as coisas a serenidade aparece. (Veja aqui).

A Monja Coen descreve a prática Zen.

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