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	<title>In Time Comunicação</title>
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	<description>A agência mais IN do mercado</description>
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		<title>Layout remodelado e oferta na Bolsa: mudanças mostram nova estratégia do Facebook</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 22:19:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais uma vez o Facebook de Marck Zuckerberg ganha destaque na mídia. Primeiro foi a notícia da "Linha do Tempo". Disponível para o público desde dezembro, o novo formato da rede social será obrigatório nas próximas semanas. Além disso, a companhia anunciou que irá abrir capital em maio, o que tem deixado muita gente intrigada se é válido o investimento. Eles estimam arrecadação de US$ 5 bilhões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mais uma vez o Facebook de Marck Zuckerberg ganha destaque na mídia. Primeiro foi a notícia da &#8220;Linha do Tempo&#8221;. Disponível para o público desde dezembro, o novo formato da rede social será obrigatório nas próximas semanas. Além disso, a companhia anunciou que irá abrir capital em maio, o que tem deixado muita gente intrigada se é válido o investimento. Eles estimam arrecadação de US$ 5 bilhões.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Linha do Tempo</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">No ano passado, a empresa já havia avisado que o novo formato da rede seria obrigatório, mas o comunicado de que a ativação automática ocorrerá nas próximas semanas foi anunciado na semana passada. Os membros da rede terão sete dias para rearranjar suas configurações pessoais e serão comunicados por meio de um aviso no topo da página principal.</p>
<p style="text-align: justify;">A Linha do Tempo traça uma sequência de publicações e acontecimentos importantes da trajetória do internauta no Facebook. Assim, o novo recurso pode trazer informações antigas de volta ao mural, incluindo as que foram bloqueadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, para quem ainda não trocou o layout, é importante fazer a transição em um momento que se possa dedicar uns minutinhos para organizar todas as suas informações. Para bloquear posts antigos, basta limitar a visibilidade nas configurações de sua conta.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>IPO bilionário</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Fundado no início de 2004 como uma rede para estudantes de Harvard, o Facebook experimentou um boom nos últimos anos. Amigos foram adotando a rede e chamando outros e, assim, chegou-se à marca atual de 845 milhões de membros com perfis em mais de 70 línguas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas Marck quer mais. Ele já havia sinalizado a intenção de abrir capital, o que se tornou um buchicho anteriormente. Agora, a ideia foi formalizada. A companhia enviou ontem o prospecto inicial à Securities and Exchange Comission (SEC, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos). Com seu IPO, a oferta inicial de ações ao mercado, a empresa estima captar US$ 5 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">A data do pregão ainda não foi definida, mas a previsão é que aconteça em maio. Como o valor dos papéis depende da demanda dos possíveis acionistas, até lá o valor ainda pode ser reformulado. Algumas estimativas falam em captação de até US$ 10 bilhões. A operação será liderada pelo banco Morgan Stanley.</p>
<p style="text-align: justify;">Se conseguir alcançar a meta, esse será o maior IPO da história das companhias do ramo da internet, superando o recorde do Google, que arrecadou quase US$ 2 bilhões em 2004. Além disso, caso a operação seja bem sucedida, o valor de mercado do Facebook dobrará, sendo estimado em torno de US$ 75 bilhões a US$ 100 bilhões.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Considerações sobre números e futuro </strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Em 2011, o Facebook obteve um lucro líquido de US$ 1 bilhão e receitas de US$ 3,71 bilhões. Atualmente, 30% da receita vem de vendas em jogos virtuais, como o Farmville, da Zynga. Por isso, diversificar as fontes de receita é importante para conquistar a confiança dos investidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Também se fala em como a empresa usará os hábitos de seus usuários para a publicidade. Toda vez que um internauta aperta o &#8220;Curtir&#8221;, faz comentários ou posta alguma coisa, informações são enviadas aos anunciantes. Isso permite traçar um perfil do usuário, mas ainda é difícil quantificar os dados disponíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, também já foi dito que a companhia pretende encorajar os usuários a consumirem serviços de mídia, no esquema que a Apple e o Google fazem.</p>
<p style="text-align: justify;">Se por um lado algumas estratégias devem ser revistas, por outro não se pode negar o quão popular a rede se tornou e como a empresa cresceu. Se voltarmos aos números, apesar de o canal de receitas não ser muito diversificado, a análise do crescimento em si impressiona.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2009, as receitas totais corresponderam a US$ 777 milhões. Daí, saltou para US$ 1,974 bilhão, em 2010, e US$ 3,711 bilhões, no ano passado. Já seu lucro líquido pulou de US$ 229 milhões, em 2009, para US$ 606 milhões, em 2010, até alcançar o patamar de US$ 1 bilhão, no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa tem uma boa imagem e vem aumentando seus usuários e resultados financeiros. No entanto, é bem suspeito quantificar informações e os papéis podem ficar sobrevalorizados para o IPO. Por enquanto, precisamos esperar. Se dependesse somente da capacidade de comunicação de Marck, o negócio iria longe. A história ainda vai dar muito pano para a manga até maio, principalmente no que diz respeito às novas estratégias de negócio do Facebook &#8211; que já começam a dar as caras. E aí, qual é a sua aposta?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sugestão:</strong> Quem ainda não viu, assista ao filme &#8220;A Rede Social&#8221;, do diretor David Fincher, para se inspirar na resposta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mais:</strong> Você pode ver o prospecto inicial do IPO do Facebook <a title="Registration Statement " href="http://www.sec.gov/Archives/edgar/data/1326801/000119312512034517/d287954ds1.htm" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>Twitter vai censurar postagens de certos países</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 21:53:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[censura]]></category>
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		<category><![CDATA[The Wall Street Journal]]></category>
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		<description><![CDATA[Ontem à noite, o Twitter anunciou que irá censurar postagens específicas de usuários de alguns países, após pedidos dos governos mais proibitivos. Antes, o conteúdo podia ser limitado somente deletando ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.intimecom.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/twitter-2.png"><img class="alignright size-medium wp-image-1173" title="logo-twitter" src="http://www.intimecom.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/twitter-2-300x300.png" alt="" width="300" height="300" /></a>Ontem à noite, o Twitter anunciou que irá censurar postagens específicas de usuários de alguns países, após pedidos dos governos mais proibitivos. Antes, o conteúdo podia ser limitado somente deletando um tweet do perfil. Agora, as postagens ficarão totalmente indisponíveis para os usuários desses países.</p>
<p style="text-align: justify;">O microblog também avisou que irá informar aos usuários quando seus tweets ou perfis serão escondidos por quaisquer motivos. A informação ainda deve ser postada no site chillingeffects.org.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a mídia internacional, o Twitter afirmou que, quando receber a solicitação oficial de esconder uma postagem, analisará cada caso individualmente, considerando as leis de cada país e o conceito do microblog.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, será que dois avaliadores terão a mesma opinião sobre determinado caso? Acho difícil. E mesmo que seja criado um padrão para a decisão, em que este se basearia? A situação é complicada. Usuários de todo o mundo protestam e falam em boicotar a rede social amanhã para mostrar que não concordam com a postura frente aos órgãos oficiais.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das características do microblog é a democracia e a possibilidade que os usuários têm de expressar seus pensamentos e ideais. Tanto que a empresa se diz orgulhosa em ter, à sua maneira, ajudado na Primavera Árabe &#8211; que reuniu parte da população egípcia em 2011 para derrubar a ditadura de Hosni Mubarak, então há 30 anos no poder.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O mercado chinês e o que esperar do futuro</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Uma matéria do The Wall Street Journal levanta a questão da China e como a atitude do Twitter poderia simbolizar a tentativa de entrar no país. Atualmente, o microblog é bloqueado por lá. Mas muitos que sabem como burlar a censura do governo, acessam e usam a rede social. Para se ter uma ideia, a China possui mais de 500 milhões de pessoas na internet e quase a metade utiliza redes similares ao Twitter, informa a reportagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre estes usuários, a notícia anunciada ontem repercutiu gravemente. Segundo a matéria de Josh Chin, um dos primeiros comentários após o anúncio veio de um chinês. Daí, não demorou muito para começar a especulação sobre o desejo do Twitter de adentrar neste mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">É verdade que o cofundador da rede, Jack Dorsey, já disse ter cogitado a ideia. Mas, em outubro, ele afirmou que não podia competir na China e que não cabia à empresa mudar.</p>
<p style="text-align: justify;">De qualquer modo, a mudança na conduta das postagens anunciada ontem não necessariamente indica que o governo chinês aceitaria o microblog na internet livre do país. Em entrevista ao The Wall Street Journal, o investidor e observador da internet Bill Bishop, que reside em Beijing, afirmou que a chance do governo chinês permitir o uso do Twitter é &#8220;pouco provável&#8221;. Ainda de acordo com ele, pensar que seria fácil adentrar naquele mercado só com o anúncio de ontem seria ingenuidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A matéria explica que mesmo que fosse possível ganhar a confiança de órgãos oficiais, o mercado chinês está saturado com outras redes já estabelecidas e adaptadas aos hábitos e à censura do governo.</p>
<p style="text-align: justify;">O Twitter indicou ter consciência de que as restrições severas de alguns países impediriam sua existência. Mas, como tudo são negócios, é duro saber se não haverá uma nova tentativa de ganhar a China. Fica mais difícil ainda saber como as postagens serão censuradas em determinados países.</p>
<p style="text-align: justify;">Por hora, oficialmente, o microblog se move rumo aos mercados francês e alemão &#8211; nesta semana, Jack Dorsey viajou à Alemanha para anunciar o desejo de contratar uma equipe na região. Enquanto isso, ficamos todos à espera das próximas atitudes da rede social, torcendo para que certos países restritivos não tenham mais uma arma a favor de suas ditaduras.</p>
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		<title>Campanhas de mudança revigoram a marca</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 18:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Campanhas de mudanças nem sempre vêm para resolver algum problema. Os projetos estratégicos servem também para revigorar a marca e garantir mais visibilidade à companhia. Para o sucesso da campanha, é importante levar em conta a linguagem utilizada e o (novo) cliente a ser atingido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mudanças às vezes são difíceis e a comunicação se torna uma grande aliada nesses casos. Empresas que cresceram, se desenvolveram e obtiveram sucesso com certa estratégia dificilmente aceitam mudanças &#8211; mesmo que, por vezes, estas sejam necessárias.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, agregar novas estratégias é importante não só para resolver um problema quando algo está errado, mas também para revigorar a visão que os clientes têm a respeito da marca. Além disso, novas posturas ajudam as companhias a ganhar mais visibilidade no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Em tempos de Twitter, Facebook, Fousquare, Youtube, entre outras redes sociais que maximizam o efeito dominó da internet, estar antenado é essencial. E atitudes de expansão para ganhar mais notabilidade pedem empresas engajadas, com pensamento jovem e atual.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi pensando nisso que estabelecemos o conceito de modernidade para a Campanha Mudança de um dos nossos clientes. Abaixo, você confere o anúncio-conceito da campanha corporativa.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.intimecom.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/0301_CTM_news_mudanca-015.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1162" title="news_mudanca" src="http://www.intimecom.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/0301_CTM_news_mudanca-015-207x300.jpg" alt="" width="207" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Com a intenção de conquistar a confiança e o interesse do público-alvo, a comunicação utiliza uma linguagem moderna em sua peça, transmitindo a credibilidade que a área pede de uma empresa do ramo (contabilidade e administração). Além disso, a abordagem precisa transmitir que mudar de empresa pode surpreender o cliente. O fundamental é esclarecer que a passagem não será feita aos trancos, pois existe todo o suporte para uma transformação.</p>
<p style="text-align: justify;">A campanha, com duração de três meses, pretende criar impacto, aumentar a visibilidade da companhia no mercado e tornar seus diferenciais ainda mais atraentes, seguros e desejáveis para os potenciais clientes. Para quem precisa pensar em comunicação de projetos de mudança, uma dica é descobrir o que o novo cliente quer. Além de conhecer seu público atual, é fundamental levar em consideração o que o novo alvo precisa para aceitar trocar de marca. É válido pensar em pesquisas e utilizar de redes sociais para tanto. Com isso, o sucesso da campanha é maximizado e quem agradece é o consumidor.</p>
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		<title>Uma palavra sobre o Dia do Empresário Contábil</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 17:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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		<category><![CDATA[contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[dia nacional empresario contabil]]></category>
		<category><![CDATA[empresario contabil]]></category>
		<category><![CDATA[in time]]></category>

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		<description><![CDATA[Post em homenagem aos profissionais do Dia Nacional do Empresário Contábil traz informações sobre a Lei que determinou a data comemorativa, dados atuais sobre o mercado e o universo desse profissional e os parabeniza pela contribuição à sociedade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.intimecom.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/dia_nacional_do_empresario_contabil.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1136" title="dia_nacional_do_empresario_contabil" src="http://www.intimecom.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/dia_nacional_do_empresario_contabil-250x187.jpg" alt="" width="250" height="187" /></a>Em sua formação, o contabilista recebe conhecimentos técnicos e de legislação, e o leque de atuação é amplo. Já um empresário contábil precisa mais do que o preparo tradicional. Nesse caso, os negócios fazem parte de sua rotina. Por isso, é essencial agregar noções em administração, gestão, marketing, relações públicas e também estar antenado ao contexto político e sócio-econômico de seu país. Este profissional, além de ser um conhecedor da área, precisa saber vender o seu produto e ser um exímio negociador.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi pensando nisso que o Projeto de Lei 4.640/2009 foi proposto pelo deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP). Na ocasião, a sugestão da data comemorativa partiu da Fenacon (Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas).</p>
<p style="text-align: justify;">A Lei 12.387/2011 foi publicada em 04 de março de 2011, instituindo o Dia Nacional do Empresário Contábil. Desde o ano passado, a data passou a ser comemorada anualmente em <span style="text-decoration: underline;">12 de janeiro</span>.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o autor da Lei, &#8220;a responsabilidade maior do Empresário Contábil está na sistematização e provimento de informações que permitam aos dirigentes, sejam cidadãos, empresários ou governo, tomarem decisões que levem as empresas e instituições aos melhores caminhos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Dados do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) mostram que, atualmente, existem 78.946 organizações contábeis no Brasil e 486.926 profissionais da área. Destes, 45,4% estão concentrados no Estado de São Paulo (134.098 profissionais), seguido de Minas Gerais (54.227), Rio de Janeiro (52.871), Rio Grande do Sul (37.550) e Paraná (30.319).</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando em nossos clientes da área e aos demais profissionais que visualizarem esse post, gostaríamos de parabenizar a todos desta profissão, que, com seu trabalho diário, ajudam a melhorar a vida econômica e social dos brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><strong>Empresário contábil, parabéns pelo seu dia!</strong></span></p>
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		<title>As 10 marcas top nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 13:16:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Facebook superou neste ano a preferência do brasileiro entre as mídias sociais, um reinado que pertencia ao Orkut. A rede de Mark Zuckerberg tem atualmente mais de 30 milhões ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Facebook superou neste ano a preferência do brasileiro entre as mídias sociais, um reinado que pertencia ao Orkut. A rede de Mark Zuckerberg tem atualmente mais de 30 milhões de usuários ativos no País, número que é trabalhado oficialmente. Dados do Social Bakers, portal que faz estatísticas do segmento, dão conta de 35 milhões de pessoas cadastradas. Com isso, segundo o Social Bakers, o Brasil assume o quarto posto dentre todos os países onde a rede está (os três primeiros são Estados Unidos, Indonésia e Índia). </p>
<p>Além do tamanho da base, é preciso destacar a velocidade de expansão do Facebook. Para se ter ideia desse ritmo, vale lembrar que em julho do ano passado eram seis milhões os brasileiros que acessavam a rede rotineiramente. De acordo com a Fbiz, que publica rankings com as fanpages mais populares no País — em parceria com o Social Bakers —, o crescimento em relação a 2010 foi de 265%.<br />
Mas não são apenas os brasileiros que caíram de amores pelo Facebook. As marcas intensificaram suas ações no site a ponto de destacarem toda e qualquer iniciativa feita na rede. O botão “curtir” se tornou um objetivo dentre as metas das empresas que criam páginas na mídia social em busca da atenção do público. No entanto, como não podia deixar de ser, nem tudo emplaca no gosto do usuário.<br />
No ranking de marcas publicado pela Fbiz, a liderança coube ao Guaraná Antarctica, que soma mais de 2,3 milhões de fãs. Na lista geral, é verdade, ainda está longe da performance do jogador Kaká, que tem mais de 12 milhões. Mas é mais do que Neymar soma (1,8 milhão). Globalmente, a coroa da fanpage mais apreciada pertence à Coca-Cola, com 36,3 milhões de fãs.<br />
Isso demonstra que ainda há muito a avançar por aqui. Na análise da Fbiz, há três fatores que ajudam uma empresa a se sair bem no Facebook: o aspiracional (o público já possui alto envolvimento com a marca), o benefício ou recompensa (promoções, brindes ou valorização do fã) e o entretenimento, impulsionado pela interatividade e pelo conteúdo (as fanpages têm aplicativos, jogos ou outro conteúdo de valor). </p>
<p>Rica em atividades, com videogame, ações de engajamento com o fã e vídeos, a página do Guaraná Antarctica, por exemplo, prima pela recompensa e pelo entretenimento que oferece ao consumidor. </p>
<p>Também na avaliação da Fbiz, captar fãs é totalmente diferente de engajá-los. Isso porque uma determinada atividade pode atrair por um tempo a atenção do público, mas se não houver consistência na presença da marca nesse ambiente, esse trabalho pode se perder. </p>
<p>Em outras palavras, fanpages com ações de grande impacto necessitam de uma estratégia de conteúdo sustentável e de novas iniciativas para a taxa de engajamento não ser prejudicada. Há ainda mais uma orientação da agência: valorizar o fã ativo. Isso o mantém engajado, porém não significa que isso aumentará a base de pessoas que curtem a página. Como se vê, desafios não faltam. </p>
<p>Fonte: Meio e Mensagem</p>
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		<title>Facebook exibirá marcas no feed de notícias</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 13:05:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Facebook fará mais uma mudança no início do ano que vem: as sponsored stories (histórias patrocinadas) que, atualmente, aparecem ao lado direito da página de cada usuário e que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Facebook fará mais uma mudança no início do ano que vem: as sponsored stories (histórias patrocinadas) que, atualmente, aparecem ao lado direito da página de cada usuário e que estão relacionadas às marcas, poderão aparecer no feed (atualização) de notícias de cada usuário da rede social.</p>
<p>Mas, isso ocorrerá de forma gradual, avisa o Facebook, e desde que o usuário autorize. Hoje, tanto as sponsored stories quanto os links patrocinados aparecem para todos os usuários na coluna direita da página. Se o usuário autorizar, cada vez que curtir uma determinada sponsored story isso será mostrado no seu feed e para todos os amigos. O Facebook promete que não fará isso mais de uma vez por dia. E, segundo a rede, a história será devidamente identificada como conteúdo patrocinado, e não como conteúdo gerado pelo usuário ou por outro meio.<br />
As sponsored stories são anúncios pagos pelas marcas que ficam visíveis para todos os usuários. O produto será lançado globalmente em 2012 e, gradualmente, como todas as mudanças do Facebook, os usuários receberão notificações do portal para aderirem ou não ao produto. Questionado pela eventual remuneração ao usuário que aceitar colocar os anúncios patrocinados em suas feeds, o Facebook diz que ainda não dispõe de um modelo para isso. Ou seja, por enquanto, vale o mesm o princípio do botão “curtir”: o usuário curte ou não a marca (ou as sponsored stories) de forma espontânea, sem remuneração.</p>
<p>Fonte: Meio e Mensagem </p>
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		<title>Os 10 destaques internacionais de 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 13:24:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>No decorrer deste ano, o mundo da comunicação se agitou em diversas frentes. As redes sociais, por exemplo, atingiram um novo patamar de repercussão e deram voz a movimentos sociais, ou mesmo a eventos como o casamento real, que em situações anteriores jamais teriam o mesmo tamanho. Foi também o ano da criatividade, seja pelo lado bom, com o destaque que as campanhas da Wieden+Kennedy e o mini-Darth Vader ganharam, seja pelo lado ruim, afinal, a perda de Steve Jobs marcou o fim de uma era.<br />
Em 2011, Meio&#038;Mensagem decidiu criar 14 listas com destaques positivos e negativos do ano. Confira abaixo a lista de “10 Destaques Internacionais”.</p>
<p><strong>Mini-Darth Vader, o queridinho do ano</strong></p>
<p>Se houve uma campanha que caiu no gosto popular em 2011, definitivamente, foi “The Force”, filme da Deutsch de Los Angeles que trouxe o Mini-Darth Vader para divulgar o acionamento a distância de motor do Passat, da Volkswagen. Veiculado no intervalo do Super Bowl, o comercial foi o mais comentado do evento, segundo o site Brand Bowl 2011. Dez meses após a veiculação, o filme (Leão de Ouro em Cannes) já atingiu 46 milhões de visualizações e foi apontado como o vídeo mais compartilhado nas redes sociais em 2011, além de ter sido eleita a campanha do ano pelo Adweek.</p>
<p><strong>O casamento do século</strong></p>
<p>Uma festa para a qual praticamente ninguém foi convidado, mas que todo mundo comentou. Assim foi o casamento do príncipe William, herdeiro do trono britânico, com a plebeia Kate Middleton. Realizado no dia 30 de abril, foi o evento mais coberto pela mídia de todo o planeta neste início de século. Os noivos fizeram um acordo com o Google para que a união fosse transmitida ao vivo pelo YouTube. A repercussão foi tamanha que o termo Royal Weeding foi o mais postado no Twitter no primeiro semestre.</p>
<p><strong>Playstation desprotegido</strong></p>
<p>Em abril, mais de 77 milhões de jogadores cadastrados ao redor do mundo na PlayStation Network (PSN) tiveram seus dados pessoais roubados das bases de clientes da Sony. A ação dos hackers colocou em xeque a capacidade da companhia japonesa em proteger as informações dos seus usuários, abalando a imagem e depreciando os valores das ações. Por aqui, o vazamento gerou inclusive reduções no preço do PlayStation 3, a fim de minimizar os efeitos da crise.</p>
<p><strong>A consagração da Wieden+ Kennedy</strong></p>
<p>Seja com o escritório de Portland, seja com o de Amsterdã, 2011 foi o ano da microrrede Wieden+Kennedy. A empresa independente expandiu as operações e está em oito cidades, incluindo Tóquio, Xangai e Nova Delhi, além de São Paulo, onde se estabeleceu no final de 2010. Mas foi no lado criativo que a agência brilhou. A lista é grande e inclui, entre outros, “Write the Future” (para Nike), “The Entrance” e a continuação “The Date” (Heineken) e “Born on Fire” (Chrysler). Foi escolhida como agência independente do ano no Festival de Cannes.</p>
<p><strong>Escândalo fecha NoW</strong></p>
<p>O império de Rupert Murdoch, da News Corp., não conseguiu suportar a pressão da opinião pública, dos anunciantes e do governo britânico. A trajetória de 168 anos do tabloide News of the World (NoW) chegou ao fim em julho, após vir à tona a série de grampos telefônicos ilegais feita pelo veículo. O desfecho radical do caso teria como motivação o interesse da News Corp. em aumentar sua participação na operadora de TV via satélite BSkyB. O fim do NoW seria uma forma de aliviar a pressão do governo e de manter vivo o plano de comprar o restante da operadora.</p>
<p><strong>A volta da AOL ao Brasil?</strong></p>
<p>Em 2001, a AOL fez uma tentativa infrutífera de entrar no Brasil, com o Banco Itaú, para fornecer acesso à internet. Uma década depois, a empresa adquiriu, nos EUA, o site mais prestigiado do país, o Huffington Post. Em setembro, a presidente e editora do The Huffington Post Media Group, Arianna Huffington, anunciou a intenção de encontrar um parceiro local e iniciar a operação brasileira. Ao se completar esse círculo, portanto, se o HuffPost viabilizar a operação Brasil, a AOL estará de volta ao País. </p>
<p><strong>O dia em que o mundo ficou menos criativo</strong></p>
<p>Em 5 de outubro, o mundo disse adeus a um de seus maiores gênios contemporâneos, Steve Jobs, fundador da Apple, vítima de um câncer de pâncreas. O homem por trás de produtos como iPod, iPhone e iPad revolucionou nada menos que seis indústrias: computadores pessoais, filmes de animação (com a Pixar), música, telefones, tablets e publicação digital. O esmero e a inovação criaram valor também nas bolsas de valores: desde agosto, a Apple disputa dólar a dólar com a Exxon o posto de empresa de capital aberto mais valiosa do planeta.</p>
<p><strong>Falta de sucessor faz Publicis estender prazo de Lévy</strong></p>
<p>O CEO do Grupo Publicis, Maurice Lévy, completa 70 anos em fevereiro de 2012 e deveria abandonar o cargo ao final de seu mandato em 2011. No entanto, o board do conglomerado decidiu ampliar a idade limite de aposentadoria para 75 anos. Com isso, Lévy ganhou tempo para apontar seu sucessor. O nome mais provável é Jean-Yves Naouri, chairman da rede Publicis Worldwide. A questão se torna especialmente importante quando se tem em mente que Lévy é apenas o segundo CEO da história do Publicis.</p>
<p><strong>Da Primavera Árabe ao Occupy Wall Street</strong></p>
<p>Em 2003, um documentário irlandês afirmou que a revolução não seria televisionada. Quase dez anos depois a afirmação provou-se correta: a revolução não foi televisionada, mas sim twittada, retwittada e compartilhada nas redes sociais. No processo que derrubou o ditador egípcio Hosni Mubarak, a organização dos manifestantes partiu do Twitter e do Facebook. O mesmo aconteceu com o movimento Occupy Wall Street, que reúne manifestantes em Manhattan até hoje. Não à toa, a revista Time escolheu o manifestante como personalidade do ano.</p>
<p><strong>Novas causas para São Google</strong></p>
<p>Senhor das buscas e rumo à onipresença digital, o Google segue ampliando os horizontes da sua marca, avaliada em US$ 48,2 bilhões pela Brand Finance. Um mês depois de lançar sua rede social, o Google + somava mais de 25 milhões de usuários. E ainda sobrou fôlego para investir US$ 12,5 bilhões na compra da Motorola Mobility. Maior aquisição da história do Google, o negócio fortalece a plataforma Android.</p>
<p>Fonte: Meio e Mensagem.</p>
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		<title>Twitter busca conquistas a preferências de empresas e usuários</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 14:13:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Com mais de 100 milhões de usuários no mundo todo, o Twitter completou cinco anos em 2011 e ocupa o segundo lugar no ranking das redes sociais em número de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com mais de 100 milhões de usuários no mundo todo, o Twitter completou cinco anos em 2011 e ocupa o segundo lugar no ranking das redes sociais em número de usuários, atrás somente do Facebook, segundo dados do próprio Twitter. Criado como ferramenta de comunicação, no entanto, o microblog tem tentado se reinventar para atrair as marcas e monetizar o serviço, especialmente com o crescimento do Facebook e o surgimento de novos canais, como o Google+.</p>
<p>O Brasil é o segundo país que mais possui pessoas conectadas à rede, com a média equivalente de 8,79% do total de cadastrados, de acordo com o Twitter. Com o grande número de público, o site é uma enorme oportunidade para gerar tráfego às empresas. As novas tendências dos consumidores, no entanto, apontam a preferência por relacionamento e diálogo nos canais sociais e não apenas receber informações, um das principais características do microblog.</p>
<p>Algumas empresas, como a Comcast, nos Estados Unidos, e o Bradesco, no Brasil, já visualizam a possibilidade de explorar novos comportamentos na rede, como a criação de perfis de atendimento e maior interação com o que os usuários escrevem. Os investimentos do próprio Twitter para o mercado também criam mais chances de utilização das marcas. No início do mês, o site apresentou uma nova interface para 21 marcas parceiras nos Estados Unidos, ainda em fase de teste, em busca de atrair mais anunciantes e elevar sua receita.</p>
<p>“O modelo agora foca em imagens e na conversa com os usuários, com três canais, Home, Connect e Discover. No último, as marcas podem contar suas histórias. A Disney Pixar, por exemplo, possibilita ao internauta ver um trailer na própria timeline, o que tornou muito mais dinâmico para uma narrativa e bem mais próximo do público”, aponta Leslie Orsioli, Diretora da agência We are Social, em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
<p>O futuro da ferramenta<br />
Ontem, dia 19, o Twitter recebeu um investimento de US$ 300 milhões da empresa Kingdom Holding, do príncipe saudita Alwaleed Nib Talal. O aporte financeiro reconhece a ferramenta como um negócio promissor com previsão de crescimento para brigar com as outras redes sociais pela preferência de anunciantes e usuários, principalmente com o Facebook. </p>
<p>Alwaleed é considerado o 26º homem mais rico do mundo, segundo a revista Forbes, com uma fortuna estimada em US$ 19,6 bilhões. O investimento na rede social equivale a uma participação de 3,75%. A companhia do empresário saudita possui participações também em empresas mundiais, como Citigroup, General Motors e Apple.</p>
<p>Enquanto o microblog busca melhorar sua interface e serviços, as marcas brasileiras ainda não utilizam plenamente as opções já disponíveis. “As companhias não usam as hashtags mais comentadas no Twitter, elas só olham para a própria marca. O maior erro hoje é as empresas só ficarem postando promoção e chamadas para visitar a sua página, sendo que existem usuários querendo tirar dúvidas sobre os produtos e o segmento da empresa e ninguém está lá para ouvi-los e dialogar estas questões”, destaca Paulo Kendzerski, Diretor/Presidente da WBI Brasil, em entrevista ao portal.<br />
Com a nova interface, as marcas poderão focar ainda mais em relacionamento com o consumidor. O papel do Twitter sempre foi mais informativo, e agora a perspectiva é que haja um diálogo maior entre marcas e usuários. As transformações pretendem ainda apresentar formas mais rápidas e simples de conexão. Não há previsão, no entanto, de data para o modelo chegar ao Brasil.</p>
<p>Enquanto a novidade não chega às terras brasileiras, as companhias buscam estratégias para explorar as possibilidades do Twitter. Lançado em abril de 2010, o Promoted Trends é um dos recursos da rede social para gerar receita e aumentar o espaço das marcas dentro do site. O sucesso dos Trending Topics, ou em português, Tópicos de Tendências, fez com que empresas do porte da Samsung, Toyota e HBO pagassem pelo serviço e, atualmente, o Twitter arrecada cerca de US$ 120 mil por dia com a função.</p>
<p>Apesar do recurso não ser normalmente utilizado no Brasil, ele já esteve presente em ações como a da Pixar, que promoveu a estreia de Toy Story 3 com a ferramenta. O segredo do sucesso é realizar ações de comunicação por meio de conteúdo relevante, despertando o interesse dos consumidores e engajando os usuários a partir do tema abordado, gerando mídia espontânea.</p>
<p>Em outubro, o CEO do Twitter, Dick Costolo, declarou que pretendia dividir a receita da rede com os consumidores que twittam conteúdo relevante, com publicidade aliada a perfis de determinados internautas. O método é utilizado por famosos por aqui e nos Estados Unidos. O humorista Rafinha Bastos, por exemplo, já alegou faturar US$ 4 mil com tweets patrocinados, o mesmo acontece com o ator Charlie Sheen.</p>
<p>Twitter x Facebook<br />
Apesar dos perfis voltados para o diálogo com o consumidor e novos aportes no design, o Twitter ainda é visto como um ambiente de tráfego para outras páginas e um monitor de tendências. “Ele não precisa oferecer muitas coisas, porque as próprias empresas vão criando ferramentas ligadas à API do Twitter, que é uma plataforma aberta”, lembra Leandro Kenski, CEO da Media Factory, ao portal. É o caso do aplicativo TweetDeck, que o Twitter comprou por 40 milhões em junho deste ano.</p>
<p>A principal diferença entre o Twitter e o Facebook é a possibilidade de captar informações sobre o consumidor. O Facebook permite utilizar os dados dos usuários e suas informações de preferência com o Open Graph. “São estratégias e caminhos diferentes. O Facebook tem muito mais liberdade para atuar e as pessoas que têm que se preocuparem com a privacidade quando vão participar de aplicativos e afins”, aponta Kenski.</p>
<p>Muitas empresas já desenvolvem softwares para agrupar um banco de dados dos seus clientes pelas informações nas redes sociais e o Twitter, por ser uma ferramenta bastante direta, perde na preferência das companhias neste quesito. “As marcas têm que saber utilizar as redes sociais e perceber que são um meio de análise de consumo, como se tivessem um laboratório de pesquisa em tempo e caráter reais e com um feedback muito ligeiro. O que pode ser utilizado para melhorar produtos, campanhas e realizar co-criações”, diz Leslie.</p>
<p>Patrocinar termos<br />
Por meio do serviço disponibilizado pelo Twitter, as agências fazem a ponte entre as marcas e a rede social, como o planejamento e monitoramento de ações no espaço.  Com o Facebook e as fan pages em voga, algumas empresas têm se limitado a postar apenas conteúdo, que, na maioria das vezes, leva o usuário para outras páginas. “As marcas têm ainda pouco conhecimento de como funciona a publicidade no Twitter. Há duas formas de trabalho, uma é fazer a promoção no próprio perfil, e outra é patrocinar algumas palavras, expressões ou marcas”, comenta Kendzerski.</p>
<p>Ao patrocinar uma palavra, o anúncio da empresa sempre aparecerá no topo de busca da lista daquele termo. A função pode ser comparada à do Google, no qual, ao realizar uma busca, a expressão desejada sempre aparece após anúncios ligados ao que foi escrito. O site de moda feminina Coquelux patrocinou no ano passado a palavra Oktoberfest e Blumenau, durante a temporada do festival de cerveja, sabendo que haveria muitas buscas pelos dois termos na época. </p>
<p>Outra marca que utilizou a estratégia foi a Coca-Cola, no México, para promover o show da cantora Britney Spears, do qual é patrocinadora. Na ocasião, a empresa buscava divulgar o vídeo de apresentação da cantora para atrair mais pessoas ao espetáculo. “O importante é saber explorar as opções. A realização de um festival numa cidade é uma grande oportunidade para as empresas de turismo, restaurantes e hoteis”, comenta Kendzerski.<br />
Pequenas ações podem ter resultados expressivos dentro do Twitter. A Claro é um exemplo disso. A operadora reinventou seu diálogo com os consumidores, ao trazer o ex-jogador Ronaldo para assumir o comando do perfil da empresa no microblog em 2010. De lá para cá, o investimento fez a conta da companhia passar de 33 mil seguidores para 2,6 milhões, que recebem diariamente ofertas e promoções, além de brincadeiras, fotos e comentários do “Fenômeno”.</p>
<p>Outro modo de trabalhar melhor a presença das empresas na rede é ter múltiplos perfis para determinadas situações, como atendimento, promoções, novidades e conteúdo. “Percebemos que é interessante ter a parte de atendimento separada da de promoções e conteúdo. Quando atendimento pelo Twitter é segmentado fica muito mais fácil resolver o problema e as pessoas reconhecem. Elas elogiam e postam na própria rede social o contentamento com a marca, o que gera uma imagem positiva da empresa”, ressalta Kenski.</p>
<p>Bancos como Santader e Bradesco já seguiram esta tendência e possuem, além de múltiplos canais, perfis especiais de atendimento, onde é estabelecido um diálogo em tempo real do cliente com a empresa. O Alô Bradesco conta com 10,7 mil seguidores e o SAC Santander Brasil tem 5,9 mil. Em ambos os casos, o número de usuários é bem inferior ao das páginas principais e é focado apenas no atendimento.</p>
<p>“Para uma marca fazer um Twitter ela precisa entender de relacionamento. O Bradesco, por exemplo, não possui o tom de um SAC, tenta usar a linguagem da internet. O banco utiliza emoticons, agradece os elogios e se preocupa se o usuário está sendo bem tratado, tentando fazer um atendimento personalizado”, afirma Leslie.</p>
<p>As empresas podem ter no Twitter uma importante ferramenta para impulsionar as vendas e realizar ações de Marketing. Um levantamento com 3.268 usuários, da agência Bullet, em 2009, verificou que a maioria dos internautas (53,6%) acha interessante ações de Marketing na rede social, desde que com relevância. Por outro lado, 51% nunca participaram de nenhuma promoção no Twitter, mas possuem interesse e 33% responderam já ter participado.</p>
<p>Cerca de 70% afirmaram ainda que seguem ou já seguiram perfis de empresas, campanhas publicitárias ou eventos. Um dos equívocos das páginas corporativas no Twitter é não monitorar e analisar o que os seus seguidores ou usuários em geral estão comentando. Apenas um comentário pode ser uma porta para a marca se relacionar ou ganhar um novo consumidor.</p>
<p>“Em viagem para Gramado uma vez, escrevi no Twitter ‘O bom de ter um cliente em Gramado é aproveitar para passar o fim de semana na Serra’. Após cinco minutos recebi um tweet de um restaurante, que eu não conhecia e que também não me conhecia, assim: ‘Paulo, se você vem para Gramado conheça o nosso restaurante’ e passou o endereço. Uma ação extremamente ativa e nada evasiva”, exemplifica Kendzerski.</p>
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		<title>Facebook: novas mudanças afetarão as vidas dos usuários</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 13:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Imaginando esse oceano de informação, parece impossível acreditar que os 2 bilhões de pessoas com acesso à internet ao redor do mundo comecem e terminem sua navegação diária digitando apenas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imaginando esse oceano de informação, parece impossível acreditar que os 2 bilhões de pessoas com acesso à internet ao redor do mundo comecem e terminem sua navegação diária digitando apenas www.facebook.com. Mas é nisso que Mark Zuckerberg acredita. O apetite do rapaz que vale 17 bilhões de dólares aos 27 anos faz crer que essa missão audaciosa pode ser cumprida.<br />
Para tanto, além da dedicação obsessiva ao trabalho, Zuckerberg, o criador do Facebook, tem a coragem de fazer mudanças significativas em um time que não para de ganhar dinheiro, usuários e poder.</p>
<p>Num evento para desenvolvedores realizado em outubro, em São Francisco, a poucos quarteirões do Moscone Center, o palco preferido de Steve Jobs, o garoto-gênio vestindo camiseta, jeans simples e tênis de anunciou uma reestruturação completa na rede social mais usada do mundo.</p>
<p>A mudança contempla melhorias no visual, novidades nas principais funções e um pacote de terríveis notícias para competidores como Twitter e Google.</p>
<p>Entre outros anúncios e piadas que contou de forma tímida, Zuckerberg mostrou que o perfil dos usuários vai se transformar em uma biografia interativa e o botão Curtir passará, de acordo com a situação, a conjugar outros verbos, como assistir, ouvir, ler&#8230;<br />
Uma coisa é certa: a vida dos cerca de 800 milhões de usuários do Facebook vai mudar, e muito. “É difícil dizer se alguma das mudanças tornará o Facebook mais forte ou mais fraco nesse segmento tão disputado, mas esse conjunto de novidades ilustra bem a principal vantagem competitiva da rede social: a habilidade e a coragem de fazer experimentos em larga escala”, disse a INFO Brian Butler, professor da Universidade de Pittsburgh especializado no mercado de tecnologia.</p>
<p>Não são apenas os usuários que sentirão essas mudanças. O recurso de assinaturas de atualizações, que permite ler o que alguém publica sem tê-lo como contato, atinge em cheio o Twitter. A expansão dos dados de geolocalização nos posts e nas fotos bate de frente com o FourSquare e põe mais um prego no caixão do Flickr.<br />
Sem falar na gigantesca mudança de comportamento que poderá surgir pelo hábito de ter as notícias – e a publicidade – mais relevantes sendo mostradas de acordo com a afinidade de seus amigos com um assunto no lugar de ser definida por um algoritmo, como no Google.</p>
<p>Mas a novidade do novo Facebook que trará o maior impacto visual é a Linha do Tempo, posicionada logo abaixo do perfil de cada usuário.</p>
<p>No lugar de exibir um resumo das informações básicas e das preferências da pessoa, com links para fotos e recados no mural, a página foi redesenhada para dividir tudo por data e exibir com destaque acontecimentos que vão do nascimento e da entrada na escola até a troca de emprego ou o começo de um casamento.</p>
<p>As informações são dispostas em uma linha vertical, com fotos que destacam os eventos mais importantes em duas colunas e posts menores para relembrar atividades, como páginas curtidas ou locais visitados.</p>
<p>A partir dessa interface é possível ver quando um amigo postou um vídeo ou quais foram as mensagens de aniversário recebidas há dois anos. Também no perfil, há um mapa para organizar fotos e visitas de acordo com a localização geográfica num mapa-múndi.</p>
<p>São claras as pretensões do Facebook de reunir os dados de uma pessoa num só lugar, de forma organizada e fácil de explorar, não só para o usuário nostálgico, mas também como um gigantesco campo de pesquisas para que as empresas conheçam melhor seus consumidores em potencial.<br />
“A possibilidade de resgatar a história do usuário é interessante para que as companhias possam estudar quem são seus consumidores e assim oferecer produtos mais específicos, dando margem para uma relação mais profunda”, afirma Wagner Martins, sócio da Agência Espalhe, especializada em campanhas virais para a internet.</p>
<p>Organização também é a palavra-chave para entender a versão remodelada do Feed de Notícias do Facebook. No lugar da bagunça atual, que mistura posts dos amigos com notícias, recados, notificações de aplicativos e insistentes pedidos de ajuda para jogos, a nova interface separa a torrente de conteúdo em três áreas distintas que se complementam.</p>
<p>>>> A primeira destaca o conteúdo que mais importa, ou seja, as publicações mais comentadas pelos amigos próximos, além de atualizações das páginas que o usuário curte.</p>
<p>>>> A segunda forma de exibição do conteúdo é ativada graças à criação de listas. Isso já existia? Sim, mas na nova interface as listas são criadas automaticamente e separam seus contatos de acordo com informações que você tem em comum com eles. No novo Facebook, seus amigos da faculdade, por exemplo, já estão numa lista com o nome da universidade, assim como os colegas do trabalho atual e assim por diante, como na estrutura de círculos do Google+.</p>
<p>Dessa forma, a cada post, o usuário consegue definir quem vai interagir com seu conteúdo e, com um click, ele pode ter um feed apenas com conteúdo enviado por determinados amigos. Há ainda uma lista de Melhores Amigos, que trata de forma diferente o conteúdo postado pelos componentes selecionados em detrimento dos contatos de outras listas.</p>
<p>>>> A terceira forma de ver os posts dos amigos é por meio de uma caixa lateral chamada Ticker. Trata-se da mudança mais ousada e também a mais controversa. Em um espaço que lembra o estilo do Twitter, o usuário do Facebook verá as atividades dos amigos em tempo real. A ideia, segundo Zuckerberg, é “separar aqueles posts que são interessantes só por alguns minutos do conteúdo que é mais importante”. Dessa forma, avisos de games são mostrados enquanto seu amigo está brincando e você pode interagir na hora certa e não se chatear com esse spam quase involuntário.</p>
<p>Algumas redes sociais falharam por ter barulho demais, oprimindo o usuário pela grande quantidade de conteúdo. Outras sucumbiram pela falta de conteúdo interessante. As iniciativas do Facebook são tentativas de alcançar um equilíbrio entre esses dois pontos”, afirma o professor Brian Butler.</p>
<p>Críticos da novidade chamaram o Ticker de caixa de spam e caixa de barulho, mas quem tem motivos para reclamar mesmo é o Twitter.</p>
<p>Com a novidade, o Facebook ganha relevância na distribuição de informação em tempo real e captura ainda mais minutos de uso dos seus usuários, além de oferecer um novo tipo de publicidade, mais simples e rápido.</p>
<p>“O uso dos feeds e assinaturas faz com que o Facebook seja tão atraente para acompanhar notícias quanto o Twitter, além de tornar os dois serviços muito parecidos”, diz Edney Souza, vice-presidente da Boo-box, startup brasileira que veicula propaganda em blogs e redes sociais. “O usuário tem à sua disposição formadores de opinião, entidades ou celebridades para seguir sem o requisito de ser seguido de volta.”</p>
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		<title>Entretenimento aproxima jovens e marcas</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 12:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Entretenimento é uma das disciplinas mais pulsantes da comunicação. Basta prestar atenção na quantidade de shows,­ festivais e outras ações do gênero que têm atraído marcas interessadas em atingir o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entretenimento é uma das disciplinas mais pulsantes da comunicação. Basta prestar atenção na quantidade de shows,­ festivais e outras ações do gênero que têm atraído marcas interessadas em atingir o público brasileiro. Neste segmento também há espaço para eventos de menor porte, voltados para os jovens, e que têm sido incluídos em muitas estratégias de marcas que precisam se aproximar deste target. “Se antes só conseguíamos firmar parcerias com marcas de bebidas e cigarros, hoje estamos despertando a atenção de anunciantes do segmento de roupas, acessórios, tecnologia e operadoras”, conta Ricardo Fleury sócio e diretor da agência Multicase, especializada na criação e produção de festas e conteúdo para o público jovem.<br />
A agência foi fundada em 2008 pelos sócios Iquinho Fachinni, Emiliano Beiruthe e Rodrigo Lunardelli, além de Fleury, e faturou já no primeiro ano R$ 1 milhão com venda de ingressos e bebidas nas festas que organizavam. “Naquele momento, os patrocinadores eram exclusivamente marcas de bebidas que bonificavam os eventos apenas com produtos”, explica Fleury. Já no segundo ano, o faturamento triplicou, quando os anunciantes passaram a usar os eventos como plataformas de relacionamento com seus públicos-alvos. A oferta da Multicase passou a atrair não só os fabricantes de bebidas, mas marcas como Blackberry, Samsung, Royal Caribean e Gol. A partir daí, os anunciantes se comprometeram com investimentos anuais­ ou semestrais nos eventos realizados pela empresa, que acabou mudando seu foco para o segmento de ativação.<br />
Atualmente, a agência promove eventos esporádicos em plataformas proprietárias, como é o caso do Movimento Samba Funk e o selo de festas temáticas The Five. Também trabalha com formatados exclusivamente pensados e executados para o patrocinador, como organização de camarotes em grandes shows internacionais. Esse tipo de evento é um excelente negócio, segundo Fleury, para marcas que querem interagir com o público em um momento em que as pessoas estão se divertindo e abertas a conhecer novas experiências. “Em uma de nossas últimas festas tivemos o apoio da New Balance. O público pôde conhecer os modelos da marca e ainda fizemos uma interação, convidando os presentes a tirarem fotos e postarem em suas redes sociais”, explica.<br />
Esporte de dia, festa à noite<br />
Outra agência de ativação com sócios jovens e engajados na noite paulistana é a Haute, dos sócios Bruno Dias, Guga Guizelini, Felipe Aversa e Dado Ribeiro, fundada em 2009. Além de promover festas para um público fiel, a empresa também atua em plataformas que envolvem o esporte. Desde 2010, promove o Haute Kart Challenge, desafio de kart em várias etapas que este ano teve como patrocinadora e naming right a marca de energético TNT. O campeonato surgiu após os sócios perceberem que muitos de seus amigos gostavam da modalidade, mas não conseguiam organizar a competição. “É algo que pode ser abraçado por qualquer patrocinador”, ressalta Dias.<br />
Esse tipo de plataforma é criado pelo setor de branding da agência que está dividida em Brand (planejamento) e Peo­ple (bilheteria). Em paralelo, a Haute também organiza festas, nas quais rea­liza ações de ativação criadas pela própria agência. Após os eventos, os profissionais conversam com seus seguidores nas redes sociais para receber o feedback.­ A Haute contabiliza mais de cinco mil fãs no Facebook.<br />
Nesses dois anos, Dias percebeu que o setor está se profissionalizando e as marcas estão entendendo a necessidade de ter uma linguagem específica para esse público. “Antes, os anunciantes chegavam impondo como seria a ativação nos eventos, mas agora já entendem que são eles que têm que se adequar ao conceito do público”, destaca Dias.<br />
Origem na contracultura<br />
A Virtue é outra agência focada no público jovem que também concorre neste mercado de entretenimento. Ela está presente em cinco países e pertence ao mesmo grupo que edita a revista Vice, fundada há mais de 15 anos e editada em mais de 20 países. A empresa está por trás do Puma Social Club, inaugurado em outubro e que encerra suas atividades neste mês. O bar que está instalado no bairro dos Jardins, em São Paulo, é um espaço sazonal aberto ao público que privilegia os esportes noturnos, entre eles o pebolim, a sinuca e os dardos. Apesar de levar o nome da marca de acessórios esportivos, o ambiente e a decoração pouco lembram a Puma. “A ideia é expandir um conceito da marca que foi criado pela Virtue de Londres sobre os atletas da noite para fazer o consumidor brasileiro viver essa experiência”, diz Gabriel Klein, sócio e diretor criativo da Virtue Worldwide­ no Brasil.<br />
A história da Virtue é curiosa. Ela nasceu como um braço de publicidade da Vice que tem parte do conteúdo focada em contracultura e que privilegia um jornalismo investigativo e participativo. “Apesar de muitas vezes levar um tom de denúncia, as marcas começaram a procurar a revista para anunciar e fazer parcerias que tenham um estilo Vice de humor”, frisa Klein. A partir dessa demanda, os fundadores perceberam que poderiam criar conteúdo e ativações para alguns anunciantes. “São ações que têm a nossa cara e do público que atingimos”, diz.<br />
Entre os projetos de sucesso está o “The Creators Project”, desenvolvido para Intel. Trata-se de uma rede dedicada à celebração da criatividade e da cultura. O projeto realizou cinco eventos nas cidades de São Paulo, Nova York, Londres, Seul e Pequim. Os artistas puderam mostrar seus trabalhos, instalações, painéis, exibições e performances musicais. Toda a experiência foi documentada no site thecreatorsproject.com com posts diá­rios. A Virtue também já realizou projetos para MTV, Red Bull, Nike, Vodafone e Volvo, entre outros. Além do Brasil, tem escritórios em Londres, Nova York, Berlim e Melbourne, trabalhando em um sistema de brainstorm global para pensar novos projetos. </p>
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